Licenciatura em Matemática

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    Os impactos da pandemia na aprendizagem matemática
    (IFSP, 2023-12-11) Magalhães, Crislayne Santana; Arbach, Nelson; Arbach, Nelson; Flores, Ana Paula Ximenes; Ribeiro, Rogerio Marques
    O objetivo deste estudo foi de analisar e compreender o impacto da pandemia na aprendizagem de matemática, em uma turma do 9º ano da rede pública de ensino. Para tanto, foi desenvolvida uma pesquisa com uma pequena amostra de alunos de duas escolas, sendo uma pública e outra privada. Essa pesquisa foi dividida em duas partes. A primeira foi com perguntas pessoais de como foram os estudos e acompanhamento escolar no período de isolamento social, e a segunda parte foram exercícios matemáticos que foram vistos, ou que deveriam ter sido vistos, nos anos anteriores. Estimativas da Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI), indicam que a América Latina retrocedeu em pelo menos 8 anos durante a pandemia. É importante destacar que não somente os alunos sofreram com a pandemia, mas os professores e adaptação das escolas também. O abandono escolar aumentou alguns professores não tiveram bons recursos para ensinar, e as escolas e governo inicialmente demoraram a encontrar uma solução que “ligasse” os alunos com os professores. Também é importante ressaltar que a vida pós pandemia exigirá mais esforço de todos os lados. Os alunos precisam ter uma melhor rotina de estudos, os professores além do ensino de conteúdo precisam ter empatia e paciência devido a essa defasagem, e a escola precisa encontrar “caminhos” que estimulem o interesse de estudos para o aluno com o professor. E que o governo disponibilize um maior investimento na educação. Observamos que, os alunos em ambas as escolas ficaram com defasagem no ensino matemático, a defasagem no ensino impactou todos os alunos que participaram da pesquisa realizada. Muitos deles, talvez não verão algum conteúdo matemático que deveria ser aprendido, o que resulta no atraso no ensino na pesquisa realizada.
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    Ensino de frações através do origami
    (IFSP, 2023-05-18) Morais, Simony Abreu de; Oliveira, Estela Mara de; Maciel, Cleiton Domingues; Oliveira, Francisco de
    O presente estudo busca apresentar uma proposta, para alunos do Ensino Fundamental II (6º ao 9º ano), a partir de uma abordagem pedagógica, de fortalecimento da interpretação do processo de ensino-aprendizagem de fração, utilizando o origami. A metodologia adotada é de natureza qualitativa bibliográfica. Faz-se uma apresentação do conceito de fração e sua interpretação na relação parte de um todo pode ser construída pelos alunos à medida que as ideias apreendidas sejam o produto da articulação de seus conhecimentos prévios com a experiência para manipular a folha de papel sulfite A4. Os resultados expõem que há várias contribuições que o origami pode proporcionar como estratégia didática nas salas de aula para o ensino de frações. Vê-se que os espaços de interação entre o sujeito (o aluno) e o material (o origami) podem ser relevantes para a construção significativa do conhecimento. Portanto, a aplicação do origami no ensino das frações é uma estratégia que pode possibilitar o reconhecimento da unidade como um "todo" que se divide em partes coerentes com relação às suas áreas.
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    Matemática financeira: juros simples, juros compostos e taxas
    (IFSP, 2023-05-22) Quispe, Miriam Jannhetty Blanco; Oliveira, Estela Mara de; Benedicto, Erik Ceschini Panighel; Oliveira, Francisco de
    No nosso cotidiano utilizamos diversos elementos da matemática financeira, tais como juros simples e compostos. Neste trabalho iremos tratar mais profundamente sobre quais os ensinamentos de matemática financeira contidos em livros de matemática do ensino médio, em específico os livros “Matemática: contexto e aplicações”, de Luiz Roberto Dante e “Matemática: ciência e aplicações” de Iezzi, Dolce, Degenszajn, Périgo e Almeida. A análise se dará por meio da comparação entre os dois livros, como introdução ao tema de matemática financeira, juros simples e compostos, exercícios resolvidos e propostos, função de juros simples e compostos e taxas. Com essa análise podemos constatar que os dois livros dão um ótimo embasamento sobre matemática financeira, porém é abordado um conteúdo que é previamente estudado em séries finais do ensino fundamental II. Esse fato faz com que o ensino de matemática financeira fique muito repetitivo, se desenvolvendo mais em cursos avançados, não chegando a grande população que frequenta os cursos de ensino médio do país.
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    Etnomatemática nos livros didáticos do 6º ano : as quatro operações aritméticas fundamentais
    (IFSP, 2023-05-25) Costa, Natália Serra da; Silva, Mário Barbosa da; Oliveira, Estela Mara de; Silva, Rilda Simone Maia da
    O presente trabalho tem o propósito de investigar como o livro didático de matemática aborda o componente curricular das quatro operações fundamentais sob a ótica da Etnomatemática dentro da fase de transição entre o professor polivalente e os professores específicos que ocorre no 6º Ano. As discussões referentes a essa metodologia vêm crescendo nos últimos anos, principalmente com os trabalhos do Professor Doutor Ubiratan D’Ambrósio, porém há muitos profissionais de matemática que ainda não tiveram o acesso a essa informação, por isso, adotamos a metodologia de pesquisa qualitativa de campo de cunho documental e bibliográfico reunindo referências a partir de pesquisas de campo para responder como a presença dessa metodologia pode ajudar no processo de ensino e aprendizagem em matemática, expondo vantagens em abranger aspectos culturais existentes no território nacional nos anos iniciais do Ensino Fundamental, onde existe uma grande interação do concreto com o abstrato. Dessa forma, a interatividade entre distintas experiências seria utilizada para a compreensão e respeito aos valores individuais/sociais dos grupos culturais para que se torne cotidiano, aumento e recuperação da autoestima em relação aos saberes e fazeres dos educandos e transformando-os em protagonistas da construção do próprio conhecimento. Portanto ao analisar o Currículo Paulista e o Aprender Sempre, não encontramos situações de aprendizagem e habilidades da BNCC relacionadas a etnomatemática e as operações fundamentais; verificamos que o conhecimento do professor em Resolução de Problemas e Etnomatemática é essencial para o ensino-aprendizagem e ampliação do conteúdo previsto no Livro Didático.
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    Inclusão de alunos com autismo nas aulas de matemática
    (IFSP, 2023-05-11) Costa, Marcos Júnior da; Oliveira, Estela Maria de; Silva, Rilda Simone Maia da; Oliveira, Francisco de
    O presente trabalho tem como objetivo investigar, através de uma pesquisa qualitativa, a inclusão de alunos com TEA em aulas de matemática fazendo o uso de suas principais características e singularidades. Metodologicamente trata-se de uma análise documental e observação participante sobre a Inclusão de alunos com Autismo nas aulas de Matemática. Para tal pesquisa, foram utilizados artigos de revistas e jornais científicos, publicações divulgadas em diários do governo brasileiro por meio eletrônico, através de buscas em bases de dados na internet concernente à Scientific Electronic Library Online (SCIELO), Google Acadêmico, Wef of Science, Periódicos Capes. Com uma prática adequada do ensino e aprendizagem de forma inclusiva, acaba sendo possível melhorar o funcionamento mental de nível superior do autismo e identificando oportunidades e necessidades educacionais e, assim, sistematizando informações. Entende -se que essas práticas requerem o uso de recursos promotores de aprendizagem de forma as percepções e ensinamentos que são direcionados aos alunos. O pensamento participativo, reforçado pelo uso de tecnologias e materiais concretos, pode estimular a redefinição da didática e criar oportunidades de aprendizagem para os alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) nas aulas de matemática, proporcionando estratégias de ensino e aprendizagem para esses alunos.