Práticas para o Ensino Fundamental I

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    A colaboração do jogo de xadrez na aprendizagem de matemática no ensino fundamental I
    (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo, Campus Catanduva, 2023-02-01) Godoi, Bianca; Pena, Caio; Lopes Junior, Carlos; Pereira, Vagner
    Pretende-se com este trabalho mostrar que o xadrez pode atuar como mediador desenvolvendo capacidades motoras e também cognitivas durante as aulas do ensino fundamental I. Utilizando o xadrez podemos trabalhar o raciocínio lógico dos discentes e consequentemente permitindo que os mesmos venham a ter melhores resultados em seus estudos. O xadrez é considerado um dos jogos mais antigos e populares no mundo todo. Dentro das escolas o xadrez vem ganhando cada vez mais adeptos, pois é um jogo que estimula o jogador na tomada de decisões lógicas, facilitando assim o ensino dos conteúdos escolares e desenvolvendo a capacidade de avaliar as atitudes a serem realizadas. A parceria entre o aluno e o jogo devem caminhar em paralelo, e cabe ao professor encontrar ferramentas adequadas para que o interesse não seja perdido. Na matemática o xadrez é capaz de desenvolver no aluno a sua capacidade de reflexão, estimulando e motivando a descobrir novas jogadas, consequentemente aprendendo sempre mais. O xadrez utiliza as noções de espaço de aritmética (valor das peças e noções de troca), análise combinatória, cálculo de possibilidades e estatística. Alguns autores reforçam o quanto o ato de brincar é importante para o desenvolvimento dos estudantes ainda crianças. Este trabalho utilizou o método analítico descritivo baseado apenas em pesquisas bibliográficas.
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    Princesas negras de Kiusam de Oliveira: um mergulho no livro Omo Obá
    (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo, Campus Catanduva, 2022-12-30) Oliveira, Jocelma; Fróes, Marilda; Benedini, Larissa; Molinari, Francine
    “Era uma vez”, assim se iniciam as histórias de princesas que comumentetemosacesso, geralmente a linda moça é apresentada como pura, inocente, claracomooneve, muito bondosa e meiga que sofre inúmeros desafios, mas estásempreàespera pois um lindo príncipe vai encontra-la e salvá-la. A literaturainfantil estárepleta de histórias que povoam o imaginário das crianças desde cedo, noentanto,elas não refletem as características da maior parte do povo brasileiro, ouseja,apresentam uma total ausência de representatividade do negro. Aoestudararepresentação do negro na literatura nos damos conta de como estasedeudeforma estereotipada. A promulgação da Lei Federal 10.639/03 favoreceuapublicação de obras de autores negros que mudaram umpouco estecenário,fortalecendo desta forma a Literatura Negro-brasileira (Cuti, 2010). Opresentetrabalho objetiva analisar a representação de princesas negras no livroOmoObá–Histórias de na obra de Kiusam de Oliveira buscando compreender oqueéaLiteratura Negro-Brasileira e em que ela se diferencia da literatura afro-brasileira,assim como investigar a contribuição das princesas negras na obra deKiusamdeOliveira para a construção de uma auto imagem positiva e combateaoracismodesde a infância. Por acreditar no poder da literatura no desenvolvimentodacriançaé que afirmamos a importância de enegrecer nossas histórias, dando vozatodaapluralidade da infância no Brasil.
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    A importância da Psicomotricidade para o desenvolvimento da aprendizagem em estudantes do Ensino Fundamental I
    (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo, Campus Catanduva, 2022-12-05) Thomé, Simone; Heeren, Marcelo; Pereira, Gabriel; Natera, Rafael
    A Psicomotricidade é uma ciência que busca entender a relação entre o desenvolvimento motor e o desenvolvimento de aspectos emocionais, afetivos e da aprendizagem dos indivíduos. Especificamente quando abordamos o desenvolvimento dos estudantes nos anos iniciais do Ensino Fundamental, a Psicomotricidade se apresenta como um conjunto de ações que contribuem com o aprendizado, proporcionando o adequado desenvolvimento motor das crianças, favorecendo assim suas estruturas afetivas e emocionais. É importante reconhecermos que o início da alfabetização, com a construção do sistema de escrita e leitura, é uma ação que necessita do desenvolvimento motor inerente àquela ação desejada. Nesse contexto, o estudo da Psicomotricidade e seus aspectos, pode contribuir para melhorar a compreensão sobre as dificuldades observadas nas crianças durante o processo de alfabetização em conjunto com o desenvolvimento motor e os esquemas corporais. Dessa forma, o objetivo do presente trabalho foi analisar a importância dos movimentos na formação e estruturação dos elementos da Psicomotricidade dos estudantes do Ensino Fundamental I, buscando identificar a relação existente com o desenvolvimento do processo de alfabetização. Foi realizado um estudo bibliográfico em sites e plataformas, buscando artigos que discutissem essa temática. Podemos perceber que a Educação Psicomotora pode influenciar positivamente o processo de alfabetização das crianças, contribuindo também com o desenvolvimento emocional, afetivo e motor.
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    A alfabetização e a aprendizagem: desafios do Professor alfabetizador
    (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo, Campus Catanduva, 2022) Lima, Ana Clécia; Benedini, Larissa; Tiggemann, Iara; Lopes Junior, Carlos
    No presente trabalho se reconhece que a aprendizagem dos alunos e o seu processo de alfabetização ocorrem por meio da prática profissional, haja vista que os docentes são os mediadores, assim, quando se considera o processo de ensino e aprendizagem de uma criança, constata-se que o aprendizado da leitura e da escrita requerem capacidades consideradas como básicas e que são desenvolvidas de maneira espontânea pelas crianças, mas que podem, e devem, ser reforçadas dentro da escola, por meio da figura do professor e com a proposição de atividades consideradas como adequadas. Desse modo, considerou-se que os problemas de aprendizagem e as dificuldades no processo de alfabetização que podem emergir ao longo do processo educativo são muito amplos, e, com isso, foram estabelecidos os objetivos da pesquisa: como objetivo geral espera-se destacar o papel da alfabetização para aprendizagem da criança, e como objetivo específico ressaltar a importância do educador na alfabetização e na aprendizagem. Essa pesquisa foi desenvolvida por meio da metodologia de revisão bibliográfica, foi adotado também um estudo quantitativo e qualitativo, no qual foi realizado um questionário semi estruturado composto de 10 questões de foro aberto e fechado, com a participação de 16 professores especialistas no assunto. Conclui-se que todos os participantes da pesquisa concordam que alfabetização consiste em um processo que é iniciado antes mesmo dos educandos começaram a frequentar a escola e que, posteriormente, é formalizado no Ensino Fundamental, por meio da aquisição da leitura e da escrita.
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    Autismo na escola: a perspectiva dos profissionais da educação que não atuam em sala de aula
    (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo, Campus Catanduva, 2022-12-19) Oliveira, Sheilla; Lopes Junior, Carlos; Amo, Gabriela; Xavier, Ricardo
    O presente trabalho tem como objetivo apresentar o atendimento ao autista no ambiente escolar na perspectiva de profissionais da educação fora da sala de aula a partir de um relato de experiência. As informações usadas para análise foram obtidas a partir de pesquisa bibliográfica bem como da observação in loco e da prática. Neste trabalho foram abordadas questões sobre a escola e sua função na formação do aluno como cidadão, desde a definição de autismo à legislação com destaque ao atendimento educacional especializado, a inclusão no ambiente escolar e ainda os aspectos da educação especial e inclusiva. Os resultados demonstraram que têm ocorrido avanços neste cenário nas últimas décadas, mas ainda se trata de um processo lento e dotado de percalços. O atendimento a autistas em sala de aula está distante do objetivo que se tem por inclusão por diversos motivos, que foram citados ao longo do trabalho, sendo os principais a qualificação dos profissionais da educação, a dificuldade no diagnóstico, ausência de recurso e de informação, entre outras. Além de que, existe uma falta de informação por parte da sociedade e até mesmo dos profissionais da educação sobre o autismo e de como proceder, o que muitas vezes leva a retrocessos e também a falta de políticas públicas que efetivem esse processo. Embora existam leis que garantem direitos básicos como salas de recursos multifuncionais, adaptações às necessidades, acessibilidade e etc. Até o momento não são observados na prática ou muitas vezes são insuficientes. Com isso, é possível concluir que há muito o que ser feito para que a inclusão seja implementada de fato e, a necessidade de formação e qualificação dos docentes e demais profissionais da educação, para que o atendimento aos alunos com Transtorno do Espectro Autista seja efetivo, eficaz e sobretudo inclusivo e acolhedor.