Expressões do movimento estudantil secundarista no ensino médio integrado no Câmpus Sertãozinho do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo

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Data
25/09/2020
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IFSP

Resumo

Para a elaboração deste trabalho, foi realizada uma pesquisa junto ao Movimento Estudantil (ME) Secundarista de uma Instituição de Educação Profissional e Tecnológica (EPT). O estudo foi feito com os estudantes gremistas dos cursos de Ensino Médio Integrado ao Técnico do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP) Câmpus Sertãozinho. Foram registradas vivências, experiências e expressões no que se refere ao ME junto aos estudantes gremistas para conhecer os desafios desses sujeitos enquanto jovens estudantes, relacionando suas expressões à conjuntura apontada pelo levantamento teórico. A coleta de dados se deu por meio das ferramentas metodológicas: observação participativa, entrevistas, escritos produzidos pelos gremistas na aplicação do Produto Educacional e questionário. Para a análise dos dados optou-se pela análise de conteúdo em uma perspectiva temática, tendo em vista o seu teor qualitativo. Com base nos dados coletados e na análise realizada, foi elaborado um Produto Educacional, denominado ?Roteiro para a Roda de Conversa - Expressões do Movimento Estudantil Secundarista?. A proposta visou promover a construção e reconstrução de sentidos entre os participantes em torno das temáticas do movimento estudantil secundarista, a partir da discussão de elementos relevantes, em um processo dialógico, no qual os participantes pudessem relacionar as temáticas propostas com suas vivências e saberes prévios e ainda estabelecer relações com a sociedade e as práticas sociais. Também visou contribuir para os estudos referentes ao Movimento Estudantil Secundarista, valorizando a perspectiva dos jovens. Para avaliação do Produto Educacional foram aplicados questionários, cujas informações coletadas foram também compiladas utilizando a técnica de análise de conteúdo na perspectiva temática. Como resultado, constatou-se que os jovens valorizam o Movimento Estudantil como espaço educativo e de diálogo, capaz de contribuir para a escola e a formação crítica, mas que, infelizmente, na perspectiva deles, falta tempo e espaço para estas experiências no cotidiano escolar.


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